quinta-feira, 16 de junho de 2011

Era uma vez o tempo que não havia e que afinal lá se arranjou. FIM

Para que não haja expulsões e para que a direcção do CEJ não seja demitida, de um momento para o outro, fabricou-se o tempo que não havia e que, pela constatação de tal inexistência, forçou à “condenação” geral a uma passagem administrativa bem melhor do que a anulação das provas aos alegados copiões. Ficámos ainda a saber que aqueles a quem o Estado confiará os destinos de multidões são – e deixarão de ser –avaliados através de testes americanos e que um destes testes, saberá Deus como que nunca o revelará, foi conhecido antecipadamente pelos não copiões que não foram expulsos pelos não demitidos pedagogo-directores. Perceberam? Fez-se Justiça na escola da mesma. Este final feliz deixou-me curioso sobre como será avaliar Ética por teste americano.

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