terça-feira, 17 de maio de 2011

Justiça na economia (#7), (#8) e (#9)



Salvar o SNS (#7), combater a corrupção e criminalizar o enriquecimento ilícito (#8), tributação de todas as transacções com paraísos fiscais (#9). Uma por dia, o Bloco vai dando a conhecer vinte propostas para o resgate do futuro do país.


Sobre a proposta mais difícil de todas, a renegociação da dívida para proteger a nossa economia, Francisco Louçã elencou quatro razões que fundamentam a importância desta proposta: capitalizar os ensinamentos do caso grego, uma auditoria à dívida que permita saber quem deve e quanto, para que cada um pague a sua parte e não a dos outros, a prioridade social de não sobrecarregar os salários e os serviços públicos, e a promoção da sensatez no nosso sistema financeiro.


Coincidem com as razões que provocam a cólera de quem, porque tem prioridades que passam bem longe, se exaspera só de pensar em proteger salários, salvar os serviços públicos e promover uma economia com uma cultura de responsabilidade. Na sua vez, impõem o secretismo sobre a dívida que nos querem pôr a pagar e fixam o juro que lhe está associado. “Saber o que vamos pagar? Nunca. Pagamos e não perguntamos o que vamos pagar. Pagamos tudo o que nos disserem, com os juros que nos impuserem”.




Sem comentários: