segunda-feira, 30 de maio de 2011

Farsa para já, tragédia para depois

Dramático, Passos Coelho diz que não quer para Portugal “a tragédia” que está a acontecer na Grécia. Mas, logo a seguir, explica a tragédia grega com um “por não ter conseguido cumprir o acordo com a troika da União Europeia, BCE e FMI”, como se políticas austeritárias tivessem alguma vez produzido outra coisa que não acrescentar crise à crise: para já, Passos Coelho quer farsa. A tragédia guarda-a para depois das eleições.

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