domingo, 15 de maio de 2011

À bruta, como com os nossos salários e direitos

O director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), o francês Dominique Strauss-Kahn, foi detido sábado à noite em Nova Iorque, acusado de agressão sexual a uma empregada de um hotel. Se as agressões sobre os salários e os direitos de quem trabalha e a sementeira de miséria que o FMI vem desenvolvendo em todo o mundo desde a sua criação fossem finalmente criminalizadas, também as empregadas de hotel estariam mais seguras. A confirmar-se este é um crime que seria evitável, mas habituaram-se a fazer tudo à bruta. Nada escapa à sua brutalidade. Agora, nem os pentelhos temos a salvo.

5 comentários:

Maria Costa disse...

eis como bem depressa se confunde o conteúdo com o continente.

Filipe Tourais disse...

Eu gostava de poder captar o seu ponto de vista, mas nem sei sobre o que fala. Onde está a confusão?

Carlos disse...

O homem é apenas suspeito, ainda não foi julgado. Não concordo com julgamentos sumários populares.

Filipe Tourais disse...

JULGAMENTO QUE FAÇO É PERFEITAMENTE LEGÍTIMO E NÃO INCIDE SOBRE O QUE FEZ À EMPREGADA DO HOTEL. sE O FEZ, E TUDO APONTA PARA AÍ, É UMA EXTENSÃO DA ACTUAÇÃO DO fmi AO LONGO DAS ÚLTIMAS DÉCADAS.

Fusível Ativo disse...

Só prova o quão são predadores e altruístas as pessoas do FMI (é como o conceito de fazer lucro com a suposta ajuda).