sexta-feira, 25 de março de 2011

E depois do responso da mamã...

Jean-Claude Juncker, presidente do Eurogrupo, garantiu que Pedro Passos Coelho lhe jurou que as metas do programa de estabilidade acordado entre Portugal e a Zona Euro serão cumpridas caso o seu partido venha a liderar o próximo Governo. E parece que é esse o desejo dos portugueses. As políticas serão as mesmas. Os resultados serão os mesmos. As lamúrias serão as mesmas. Mudarão apenas os intérpretes. Queixas sobre José Sócrates já cansam. Os portugueses querem queixar-se de Passos Coelho.

/editado)

6 comentários:

Cavalo de pau disse...

Mas já se pressupõe que ganhará o PSD? Porquê?...em Portugal vive-se uma ditadurinha bilateral? Abraço

Fusível Ativo disse...

Parece que o povo tem uma memória tão curta como a dos políticos que critica.

Até porque quem diz mal, na maior parte dos casos, nem sequer votou, logo, não devia criticar quando escolheu sujeitar-se à escolha de terceiros.

Esperemos que a abstenção não se repita da mesma forma que se repete a vida política e crítica de Portugal.

Fernando Lopes disse...

Ó Filipe, alegre-se!!
Depois de tanto ouvir falar em consensos alargados e partidos do arco demorático, até eu, descrente confesso, pondero seriamente, após doses cavalares do mesmo protector gástrico que tomou a senhora que engoliu o sapo do Mário Soares, votar no BE!!

Abraço,
Fernando

Filipe Tourais disse...

Tenho-o ouvido a muito boa gente, Fernando. Respondo sempre que não farão nada de que venham a arrepender-se.

Anónimo disse...

Metas não são medidas seu Filipe.
O PPC garantiu as metas. Quanto às medidas está à rasca porque os conselheiros são vários e tocam instrumentos diferentes. Hoje aumenta o IVA, se for preciso... mas ontem abominava aumento de impostos. Amanhã privatiza a CGD, quando antes já assim pensou e depois desdisse.
Estamos garantidos. Vão ser 10 anos a dobrar a cerviz à ordem dos que trabalham e têm o pilim. Antigamente eram os ingleses. Agora são os alemães. Porca miséria.
João

Filipe Tourais disse...

Tem toda a razão, João. Obrigado pelo reparo.