terça-feira, 13 de julho de 2010

A fábrica de inocentes (continuação da continuação)

O Tribunal da Relação de Lisboa revogou alguns crimes a que Isaltino Morais tinha sido condenado, reduzindo de sete para dois anos a pena de prisão. Relativamente ao crime de corrupção passiva ordenou a reabertura do julgamento, por considerar que alguns factos não deveriam ter sido considerados provados. O que adia uma decisão final sobre a perda de mandato, já que é uma sanção acessória dependente da reapreciação daquele crime.

Uma perícia no âmbito da investigação do caso Freeport concluiu ser "aceitável" e "compreensível" a aprovação, em tempo considerado curto, do projecto daquele centro comercial em Alcochete, após dois pareceres negativos na avaliação de impacto ambiental.

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, [parece estar mais preocupado com crimes pequenos] considerou hoje ser “absolutamente imoral” que quem cometa “crimes graves” possa receber rendimento social de inserção, antevendo um projeto de lei nesse sentido dos democratas cristãos.

1 comentário:

Joaquim Ferreira disse...

É claro e óbvio. A justiça nesta Europa dos cidadãos, está cada vez mais leve com os fortes e pesada com os fracos... Por isso... Não Não Calarei a Minha Voz Até que o Teclado se Rompa! . Quem pode crer num país onde se consegue ilibar um banco de impostos porque argumenta que desconhecia a lei? O simples cidadão, o Zé-povinho, esse paga e não bufa., Até paga impostos sobre o subsídio de refeição (e falo com conhecimento de causa, sentida e vivida na alma e na pele!) e tem de calar-se pois, se vai para tribunal, vai gastar mais do que o que vai cobrar... Logo, desiste... Mas se a fraude for grande, essa chega para pagar tudo e a todos...