As perguntas eram sobre as negociatas da Parque Escolar. Mas as respostas centraram-se na possibilidade a dar às escolas de dividir por dois o grau de dificuldade mínimo das disciplinas anuais. Não responder às questões mais incómodas chutando para o ar temas novos costuma ser a técnica utilizada para servir propósitos que não o da resolução de problemas reais. E só mesmo os mal-intencionados que se dedicam à maledicência e aos ataques pessoais seriam capazes de identificar algum problema real no enriquecimento de alguns amigos com sorte ou apontaria algum embrutecimento a meninos que até vão obtendo sucesso escolar, apesar dos poderosos interesses corporativos que ainda reinam na escola pública. "Tásse" bem.
Terça-feira, 30 de Março de 2010
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3 Puxões e esticões adicionais:
Quanto mais depressa sentirmos que o estado e os nossos interesses são geridos como uma mercearia melhor.
diminuir o grau de dificuldade minimo? para quê existir sequer dificuldade? porque não acabar de todo com a necessidade de exames e ou avaliações?
Sobre as negociatas já nem vale a pena, isto acaba quando a justiça funcionar, coisa que não interessa.
De que serve aparecer o nome de alguns politicos arrasado nos jornais, se depois nada muda, o procurador nada faz, ninguem quer saber.
Se não aparecesse, era bem pior sinal, Hugo.
"Dividir por dois o grau de dificuldade mínimo das disciplinas anuais". Eu achei interessante a discussão, no Público, em torno da questão "Entender o que se aprende e não decorar". É uma questão de "lana caprina". Mas há professores que, pretendem despertar a criatividade e a inovação nos alunos. O que é bizarro. Os alunos têm é que aprender. Tomaram eles aprender tudo o que têm a aprender. Mesmo decorar. Há coisas que só se compreendem bem com o tempo. Comigo costuma suceder. Inovar é uma questão de aquisição de conhecimentos, mas é também uma questão de prática, de fazer. De fazer de várias maneiras. E escolher a mais vantajosa.
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