Agora que Passos Coelho alcançou a liderança do PSD com uma vitória, nas palavras do próprio, inequívoca, inequívoca, inequívoca, inequívoca, o novo líder terá que ter mãos para lidar com um grupo parlamentar seleccionado a dedo por uma direcção que teve a amabilidade de afastá-lo. O desafio que se coloca aos deputados escolhidos por Ferreira Leite é agora o de prolongar ao máximo aquilo a que ultimamente passou a convencionar chamar-se de “governabilidade do país” e que, a partir de hoje, pode significar a sua sobrevivência enquanto deputados. Há que prolongar a vida a Sócrates, Não vá o diabo tecê-las e fazer com que se cruze na mente de Passos Coelho a ideia de imitar a antecessora e voltar a elaborar as listas de candidatos a deputados excluindo toda a corte de barões e baronesas da confiança da anterior (g)rainha. Nesta nova etapa do PSD, como nunca, a governabilidade, a estabilidade, o sentido de Estado e outros quejandos de coisa nenhuma estarão acima de tudo, até da nova maioria absoluta alcançada ontem pelo PS.
sábado, 27 de março de 2010
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1 comentário:
Bem falante, galã, nó da gravata bem feito, boa colocação de voz, timbre certo, postura correcta, atitude certa no momento certo, tudo ensaiado ao pormenor. Todos os predicados para iludir a muralha defensiva da mole de povo que vive da força do seu trabalho. É preciso ter sempre presente que dali não vem nada de bom para a classe trabalhadora, a função daquele partido é a defesa das classes altas e de comerciantes ricos (Burguesia) .Nada de mal, desde que sejam apoiados exclusivamente pelos da sua classe.
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