O Banco de Portugal (BdP) teve conhecimento da existência de concentração de risco na Sociedade Lusa de Negócios (SLN) durante o ano de 2000, falhas que na altura mandou corrigir sem verificar se os procedimentos tinham sido de facto alterados. A informação consta da acusação do Ministério Público a José Oliveira Costa - ex-presidente do Banco Português de Negócios, entretanto nacionalizado e que pertencia à SLN - e a mais 23 arguidos, todos eles ligados ao grupo (gestores, quadros superiores e accionistas). Nenhuma acusação para Vítor Constâncio ou para qualquer outro responsável do Banco Central, apesar da sua negligência já ter custado e ir ainda custar uma exorbitância ao país. A mesma exorbitância que consta na acusação a Oliveira e Costa e companhia. Mas Constâncio continua a dormir descansado. Até se diz por aí que vai para o BCE. A justa e merecida promoção, o corolário lógico de uma conjugação feliz que junta numa só pessoa o mérito e a dedicação num grau de concentração que ultrapassa a soma dos ilícitos de BPN, BPP e BCP. os que vieram a público. Nunca saberemos da missa nem pela metade.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
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2 comentários:
É o Princípio de VitinhoPeter.
O nosso país tem essa mais valia, qualquer pessoa tenha ou não valor, tenha ou não cumprido com as suas responsabilidades, se tiver a ligação politica certa, pode ficar milionário, ter uma carreira fabulosa e reconhecimento internacional.
Viva Portugal
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