O computador de um dos procuradores titulares do “caso Freeport” foi alvo de pirataria, tendo sido infectado com um vírus do tipo “cavalo de Tróia”, que permite aceder remotamente ao disco dos computadores, ler, copiar e reenviar ficheiros para um endereço pré-definido, segundo noticia o semanário “Sol” na sua edição de hoje.
Tive que corrigir o texto original de onde retirei este excerto, tantas eram as incorrecções. Devo ainda acrescentar que os cavalos de Tróia não vêm em ficheiros auto-executáveis e que circulam por aí por correio electrónico. Para que o computador do senhor Procurador tenha sido infectado, forçosamente o seu utilizador terá aberto um desses ficheiros, que, com toda a certeza, não era material de serviço. Finalmente, há ainda a referir que este tipo de infecção é praticamente inofensivo em computadores domésticos com uma firewall activada, quanto mais quando o computador em causa tem uma solução profissional de protecção da rede que está de permeio entre si e o exterior. Esta campanha é tão negra como as do outro. Uma balela para entreter pacóvios.
Tive que corrigir o texto original de onde retirei este excerto, tantas eram as incorrecções. Devo ainda acrescentar que os cavalos de Tróia não vêm em ficheiros auto-executáveis e que circulam por aí por correio electrónico. Para que o computador do senhor Procurador tenha sido infectado, forçosamente o seu utilizador terá aberto um desses ficheiros, que, com toda a certeza, não era material de serviço. Finalmente, há ainda a referir que este tipo de infecção é praticamente inofensivo em computadores domésticos com uma firewall activada, quanto mais quando o computador em causa tem uma solução profissional de protecção da rede que está de permeio entre si e o exterior. Esta campanha é tão negra como as do outro. Uma balela para entreter pacóvios.

5 Puxões e esticões adicionais:
A informação que transmite é inexacta. Pode-se apanhar um trojan por visitar uma página web que explore uma vulnerabilidade do sistema operativo. Uma firewall ajuda, como diz, mas não chega e está longe de ser inofensiva (detalhes no Fliscorno).
Correcto, Nesses casos de activex ou outros até se auto-executa, mas apenas com a permissão do utilizador, (se tiver o nível de segurança apropriado). Mas essas páginas que têm esses códigos normalmente são páginas com conteúdos bastante pouco recomendáveis e, como disse no post, com toda a certeza não serão material de cerviço.
Não me referia a activex nem a add-ons. Ver por exemplo os problemas decorrentes de um URL buffer overrun: http://www.microsoft.com/technet/security/Bulletin/MS04-011.mspx
Basta clicar num link, que pode estar em qualquer página. Até aqui no seu blog: bastava que eu aqui deixasse um comentário com um link (camuflado) para uma dessas páginas. Portanto, mesmo ficando estritamente em páginas relacionadas com o serviço, pode-se apanhar com um trojan.
Uma vez estava a instalar o XP numa máquina e precisei de acender à net por causa de um driver. Ainda não tinha o anti-virus instalado. Bastaram 5 minutos para ficar infectado e apenas acedi a sites sérios. Isto só para citar um exemplo.
De acordo. Mas esse worm é de outro tipo. Quanto aos códigos maliciosos que refere, o próprio windows, a um nível de segurança 3, o que vem por defeito, pergunta se quer executá-los antes de o fazer.
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