"Não há pior analfabeto que o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. O analfabeto político é tão burro que se orgulha de o ser e, de peito feito, diz que detesta a política. Não sabe, o imbecil, que da sua ignorância política é que nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, desonesto, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo."
O arquitecto da Robbialac e uma Barragem toda catita
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«Assim, fica mais catita!», terá confidenciado Souto de Moura,
entusiasmado, a António Mexia. «É para disfarçar. No meio da paisagem,
ninguém vai perceber ...
Pela troika, sim, pela constituição, não
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Há 36 anos, a Constituição da República Portuguesa previu a regionalização.
Lá ficou registada e por lá continua. Não é, portanto, de agora a
“descobert...
Fusão: do estado sólido ao líquido
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Nos anos 90 fui, por quatro anos, membro do Senado da Universidade Técnica
de Lisboa, onde o todo-poderoso Instituto Superior Técnico impunha a sua
agenda....
economia invisível
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*William Brian Arthur*, um economista de 66 anos nascido na Irlanda,
escolhe como principal preocupação a economia invisível. Diz que "*é m...
Radiografia da secção laranja do DN
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Terça-feira de Carnaval era o primeiro dia de uma greve de trabalhadores da
CP e do Metro de Lisboa. O DN não encontrou melhor forma de se referir à
grev...
over & out
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"Oasis of the Seas", Crónica de Bordo - Dia 7
O sol já se pôs por trás daquilo que suponho ser Nassau. Os decks estão
quase desertos. Quase todos reco...
Ladrões, corruptos, vigaristas
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E enquanto vamos ficando todos mais pobres, há quem continue a não sentir
os efeitos das medidas de austeridade, e até lucra com elas. A história
divu...
O mito da igualdade e a História (2)
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(…) *Assim, a partir da segunda metade do século XVII, a dimensão cortesã
do serviço doméstico desapareceu, espelhando as mutações ocorridas na
própri...
Estranho modo de vida
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Estou de passagem no Qatar, um país insólito que, à primeira vista, poderia
ser resumido em duas palavras: areia e petróleo. Mas só à primeira vista.
Não...
Educação popular
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Embora esteja só em francês, publico este excerto de um comício de Jean-Luc
Melenchon por dois motivos. O primeiro está na forma. Um comício não tem
que se...
Há silêncios que não se admitem
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A história já tem uns dias, fiquei à espera que o PSD nacional reagisse a este
comunicado do Sindicato do Jornalistas e repudiasse as práticas do PSD-M...
A Europa empatada
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Hoje no *Correio da Manhã* o artigo *A Europa Empatada*. Nele chamo a
atenção para a formação de sub-alianças entre grupos de Estados membros da
UE, e para...
Ele há questões terríveis!
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- «*Os graffiti* (...) *[contribuem] para o aumento dos sentimentos de
insegurança e de medo das nossas populações e das nossas comunidades*(...)...
Seca extrema? Olhe que não...
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Portugal pode estar com 30% do seu território em situação de seca extrema e
70% em seca severa, mas quem pode e manda parece pouco ou nada estar
preocupa...
Fui aos Estados Unidos e já venho
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Estarei nestas duas semanas de férias por terras americanas, algures entre
Chicago, Boston e Nova Iorque (com tempo para dar um salto a Toronto e
tudo). A...
Portugueses contra as privatizações
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*Águas de Portugal *e *TAP *são as empresas que merecem maior oposição de
venda, segundo um estudo da Eurosondagem.
Os portugueses estão na sua grande maior...
4 Puxões e esticões adicionais:
É falso, não passa duma calúnia. Dum assassinato político.
suicídio ou morte natural. Qual assassinato!
Que Deus Nosso Senhor, o guarde lá num recanto e que não o deixe ressuscitar.
Paz à sua alma!
Compadre Alentejano
promessas do mesmo PM que afirmou que ia fazer de Portugal um país mais rico (perdão... mais pobre!)
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