Acabo de fazer uma coisa que muito poucas vezes fiz aqui no blog: apagar um post. O dito, que mais não era do que uma transcrição deste post do “Tempo das Cerejas”, assinado por Vítor Dias, o qual, horas mais tarde, em letras miudinhas, escreve na caixa de comentários que nem todos lêem que aquilo foi “um exercício de ficção política” da sua real autoria. Dou-lhe os meus parabéns. Não pelo “humor” ou pela “ironia”, como chama à sua obra-prima, mas sim pelo profundo mau gosto do acto. O Vítor Dias fez precisamente o mesmo que José Sócrates fez com a taxa de desemprego, o assunto do texto: colocar a sua credibilidade ao serviço de uma mentira. Tinha-o em melhor conta.
A mim, que não gosto de mentiras, muito menos de ver o meu nome associado à difusão de informações falsas, resta-me ter o cuidado de seleccionar melhor os bloggers que vou republicando, desmentir o texto de ontem em letras bem gordas e desculpar-me junto dos meus leitores. Quanto ao blog, apesar do seu autor ter sido burro, não lhe vou mudar o nome para “o país do Filipe”. Ficamos assim.
A mim, que não gosto de mentiras, muito menos de ver o meu nome associado à difusão de informações falsas, resta-me ter o cuidado de seleccionar melhor os bloggers que vou republicando, desmentir o texto de ontem em letras bem gordas e desculpar-me junto dos meus leitores. Quanto ao blog, apesar do seu autor ter sido burro, não lhe vou mudar o nome para “o país do Filipe”. Ficamos assim.



4 Puxões e esticões adicionais:
Peço a sua atenção para a nota complementar que acabo de acrescentar ao «post» da carta por mim inventada do director do Eurostat.
Está aí o essencial da minha reacção, cheia de compreensão e humildade, a este seu post.
Permita-me no entanto que lhe diga que uma das coisas que no futuro tem de passar a fazer é ler com mais cuidado, atenção e espírito crítico.
Então o Filipe achou crível que o director do Eurostat tivesse mandado uma carta a Sócrates «com conhecimento» entre outros ao «Professor Vital Moreira» e com link para um post deste consagrado jurista ?
O Vítor não colocou aspas em lado nenhum. Assumi que OS CC eram seus. Quanto a alguém escrever uma carta a outro alguém sobre um assunto que entra pelos olhos dentro de todos, acho crível, sim.
Que engraçadinho! Os gato fedorente não o vão deixar escapar.
É caso para dizer: "assim se vê a força do PC". Recomenda-se distância desses senhores.
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