Talvez pela vitória estrondosa nos territórios ocupados da Tchetchénia e da vizinha Inguchétia. Na Tchetchénia, 99,54 por cento participaram no escrutínio, dos quais 99 por cento votaram na Rússia Unida. Na Inguchétia, a afluência foi superior a 98 por cento dos inscritos, dos quais quase 99 votaram no partido de Putin. Realmente, não é para todos. Só mesmo uma personalidade do ano da Time. quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Time's person of the year 2007
Talvez pela vitória estrondosa nos territórios ocupados da Tchetchénia e da vizinha Inguchétia. Na Tchetchénia, 99,54 por cento participaram no escrutínio, dos quais 99 por cento votaram na Rússia Unida. Na Inguchétia, a afluência foi superior a 98 por cento dos inscritos, dos quais quase 99 votaram no partido de Putin. Realmente, não é para todos. Só mesmo uma personalidade do ano da Time. Etiquetas: É disto que os tipos gostam, Sócrates fica para o ano
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Três carreiras, uma vocação
A administração de Pedro Serra passou grande parte do seu mandato, que termina dentro de dias, a fechar negócios ruinosos, vendendo-os, uns bem, outros ao desbarato. A empresa já saiu de Cabo Verde, estará vendedora em Moçambique e mantém presença simbólica (e diplomática) em Timor. Ontem, fechou finalmente o balanço no Brasil, onde entrou em 1998 em pura aventura brasileira do Governo Guterres. O presidente da Águas de Portugal era então Mário Lino; a empresa era tutelada pelo ministro do Ambiente José Sócrates.
Etiquetas: Post patrocinado por Constantino - A fama que vem de longe
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O Pai Natal passou pela EMEL
É o mercado, estúpido!
Sempre lhes disseram que da livre acção dos agentes no mercado resultaria o bem de todos e sempre lhes disseram que os poderes públicos deveriam intervir o menos possível nesse mercado. Agora verificam que da livre acção dos agentes no mercado resultou uma crise que só os poderes públicos podem conter e que isso implica mexer com o dinhheirinho dos seus impostos. E, enquanto os americanos discutem se será justo que sejam os contribuintes a pagar pelos erros de quem empresta sem garantias de cobrança e de quem pede emprestado sem condições de assegurar o pagamento das dívidas contraídas, o mercado dá a resposta:
«A actual crise financeira parece estar a baralhar as tradicionais hierarquias de poder dos mercados internacionais. Depois da capitalização do Citybank por um fundo estatal de Abu Dabhi, é agora a vez do Merryl Linch (outro grande banco internacional) recorrer a um fundo estatal chinês.»
Etiquetas: Ó-mãe-aquele-menino-bateu-me, Respostas do santo mercado
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Uma crise presa por cordéis
Enquanto vai aguentando os impactos da crise sub-prime, através da operações de injecção e absorção de liquidez na economia para evitar um boom das taxas de juro, numa acção concertada com a Fed norte-americana e os bancos centrais da Inglaterra, Canadá e Suíça, o BCE vai também deixando avisos repetidos sobre os riscos de um acentuar desta crise e de que a economia portuguesa é, de longe, a mais vulnerável.
Entretanto, chegam notícias dos Estados Unidos sobre o número de norte-americanos que pediu pela primeira vez o subsídio de desemprego na semana finda a 1 de Dezembro, que foi de 346 000, contra os 334 000 pedidos registados na semana anterior e constituindo um dado menos favorável do que o esperado pelos analistas, que estimavam que o valor alcançasse os 335 000.
Em Portugal, por seu turno, para além dos impactos da crise sub-prime, há notícias de um aumento do crédito mal parado. Atingiu Novo record em Outubro, adivinhando-se novos records no futuro mais próximo, dada a evolução das taxas de juro verificadas desde então.
A crise de escândalos no BCP conhece novos episódios, com Joe Berardo a entregar denúncias de esquemas de branqueamento de capitais, fuga fiscal e gestão danosa, primeiro à CMVM e depois ao PGR, que já as enviou ao DIAP para investigação. Finalmente, Cavaco Silva, alarmado, chamou Joe Berardo a Belém para se inteirar da situação e, seguramente, também para inteirar Berardo de que numa crise como esta, presa por cordéis, será de todo conveniente fazer voto de silêncio.
Etiquetas: Caluda, Crise Sub-prime, Joe Berardo
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Críticas de um provinciano a críticas a um provinciano
José Sócrates considera que quem acusou o Governo de dar mais atenção à Europa do que a Portugal revela uma visão provinciana e ultrapassada. »
Agora baralhei-me. Afinal quem é o provinciano? E como é que um provinciano pode entender como pensam aqueles que o não são? Como é que se comporta um provinciano quando aprende uma palavra nova?
Etiquetas: ESTÁS A VER NO QUE DÁ ABUSAR DO PATO, PÁ?
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Um balanço para 2007
No final do ano, Portugal é um país melhor ou pior do que era no início do ano?
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