quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Portugal FERVE


Estamos fartos destes recibos verdes. A petição está aqui. Assinem e divulguem. Um dia seremos todos precários, se não formos solidários.

Paga, paga!

Os funcionários públicos vão ter o privilégio de pagar mais 1 por cento dos seus vencimentos faustosos para terem o direito, que todos têm sem pagar mais por isso, à protecção social em situação de desemprego. Se somarmos a nova contribuição aos 0,5 por cento de aumento na contribuição para a ADSE, introduzida no final do ano passado, obtemos os 1,5% em contribuições sociais que os funcionários públicos pagam a mais relativamente aos trabalhadores do privado: 12,5 no público e 11% no privado.

Próximo passo: acabar com a Caixa Geral de Aposentações.

ilead.itrack.it

É irritante entrar num blog e ser bombardeado com janelas popup com spyware. Uma das mais frequentes tem o nome do título deste post “http://ilead.itrack.it”. Já andava há tempos para procurar o elemento html que está na origem dessa dor de cabeça para visitantes e autores de blogs. Não foi difícil descobrir que é o contador de visitas "webstats4u basic". Todos os bloggers que queiram resolver a questão de uma vez por todas, poderão remover o código html respectivo e substituir o seu contador por outro que apenas conte visitantes, sem afastá-los e sem lhes infectar o pc, que é o que o webstats cobra em troca pelo serviço que oferece.

Sugestões: Sitemeter, Extreme Tracking e ShinyStat.

Mas ainda podemos estar no pelotão da frente

É uma dura realidade, mas a verdade é que já não seremos os primeiros. Resta-nos o “pelotão da frente” e, para isso, espera-se a todo o momento o anúncio de José Sócrates da ratificação do Tratado de Lisboa pela via parlamentar. Sem discussão e sem que os portugueses conheçam o texto do tratado e apesar da promessa eleitoral de ratificação através de referendo, que foi feita quando ainda nem sequer se sabia que ser a favor do referendo é ser contra e querer sair da Europa. Aliás, toda a gente sabe que para continuarmos a estar no pelotão da frente e se quisermos dar uma prova inequívoca da nossa vocação europeísta, só mesmo a ratificação parlamentar nos pode salvar.