Falta de transparência, metodologia errada, aumento das dívidas dos hospitais públicos, agravamento dos prazos de pagamento a fornecedores e agravamento dos resultados do Serviço Nacional de Saúde. São estas as conclusões do Tribunal de Contas que linha a linha arrasa a situação económica do Serviço Nacional de Saúde. O tribunal conclui que o endividamento ocorreu nos hospitais públicos mas não poupa os hospitais empresa.
Os relatos acrescentam mesmo que foi nesses hospitais que se registou o agravamento mais significativo sem que tenham sido esclarecidas as razões para esse resultado. O relatório conclui ainda que os hospitais empresa continuam a acumular défice, em 2006, e que os resultados dos hospitais empresa não permitem tirar conclusões porque «não são de confiança».
Por fim, o tribunal critica as normas que levam ao apuramento dos resultados, recordando que já nos anteriores relatórios tinha sugerido a utilização de outras metodologias, mas que essa recomendação tem sido ignorada.
Entretanto, o ministro da saúde já reagiu a estas contas, mas considera que não está descontente com os resultados financeiros do SNS. No entanto, admite que durante os dois anos e meio de mandato ainda não teve tempo para reformar o serviço de saúde. «Talvez daqui a 10 anos.», disse. (TSF)
Os relatos acrescentam mesmo que foi nesses hospitais que se registou o agravamento mais significativo sem que tenham sido esclarecidas as razões para esse resultado. O relatório conclui ainda que os hospitais empresa continuam a acumular défice, em 2006, e que os resultados dos hospitais empresa não permitem tirar conclusões porque «não são de confiança».
Por fim, o tribunal critica as normas que levam ao apuramento dos resultados, recordando que já nos anteriores relatórios tinha sugerido a utilização de outras metodologias, mas que essa recomendação tem sido ignorada.
Entretanto, o ministro da saúde já reagiu a estas contas, mas considera que não está descontente com os resultados financeiros do SNS. No entanto, admite que durante os dois anos e meio de mandato ainda não teve tempo para reformar o serviço de saúde. «Talvez daqui a 10 anos.», disse. (TSF)

