Recebi vários mails e comentários ao post do vídeo game desta manhã. Gostaria de deixar bem vincado que também não gosto do baixo nível da linguagem que nele foi utilizada, já o tinha manifestado no “código de barras” que aparece em baixo do post.
Mas optei por colocá-lo. Porquê? Primeiro, porque me ri, como se riram todos aqueles que o viram e tenham alguma dose de malícia. Depois, porque houve alguém que se deu ao trabalho de gastar horas e horas para fazer aquilo. Não transmite nenhuma ideia complexa e não defende nem combate o que quer que seja. Mas é a manifestação de uma revolta que se nota crescente na sociedade portuguesa, e não apenas entre aqueles que têm as ideias mais brilhantes e as opiniões mais refinadas. Ela cresce também entre pessoas mais simples, com reacções muito mais inesperadas e capazes de ir muito para além de um descarregar de descontentamentos num pontapé num jogo de vídeo, dado sem pedir desculpa nem ao pé, nem ao alvo, a crise personificada.
Mas optei por colocá-lo. Porquê? Primeiro, porque me ri, como se riram todos aqueles que o viram e tenham alguma dose de malícia. Depois, porque houve alguém que se deu ao trabalho de gastar horas e horas para fazer aquilo. Não transmite nenhuma ideia complexa e não defende nem combate o que quer que seja. Mas é a manifestação de uma revolta que se nota crescente na sociedade portuguesa, e não apenas entre aqueles que têm as ideias mais brilhantes e as opiniões mais refinadas. Ela cresce também entre pessoas mais simples, com reacções muito mais inesperadas e capazes de ir muito para além de um descarregar de descontentamentos num pontapé num jogo de vídeo, dado sem pedir desculpa nem ao pé, nem ao alvo, a crise personificada.
