Não foram nomeados pelo mérito, nem foram exonerados pela falta dele. Mas a nomeação e a posterior exoneração, segundo os habituais critérios da cor do cartão partidário, custaram-nos, a todos nós contribuintes, um milhão de euros. Um milhão de razões para que se mudem os critérios de nomeação na Administração pública, um milhão de razões para que se questione o poder político sobre a manutenção de tais critérios e outro milhão para que se estabeleça o paralelo e a proporcionalidade entre estas indemnizações e o custo pago pelos trabalhadores da Administração Pública recentemente postos em “mobilidade especial”, que deixam de contar com um terço do seu tudo menos que milionário salário mensal. Que justiça e que reforma é esta que permite que, tanto hoje como no futuro, se continuem a nomear, a exonerar e a pagar estas indemnizações milionárias a quem é premiado apenas por pertencer a um partido e, ao mesmo tempo, se privam outros do seu trabalho? Alguém que faça o favor de colocar a questão a algum responsável por esta reforma de coisa nenhuma.
Sugestão: um livro por dia
-
[image: 250x (2).jpg]
*As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia, de Miguel Real*
*Romance*
*(reedição D. Quixote, 4ª ed, 2019)*
*"O autor usa a graf...
Há 3 horas

