(…)
Em pouco mais de duas décadas, Portugal duplicou o peso dos gastos públicos com saúde face ao PIB (3,6% em 1980 para 7,2% em 2004). Este fenómeno aconteceu apesar do surgimento e proliferação dos seguros de saúde do sector privado. Aliás, os autores dizem que as deduções fiscais dos prémios daqueles seguros só tem resultado num aumento da despesa do Estado. No relatório, lê-se que este se trata de um sector lucrativo que tem mostrado pouco interesse em cobrir populações de risco ou oferecer produtos para cobertura integral ou alternativa ao SNS. Os seguros têm, por seu lado, possibilitado o acesso rápido a consultas de especialidades que estão cada vez mais ausentes do SNS. » (ler artigo completo no Jornal de Notícias)
«Para além da redução dos benefícios fiscais dados à Saúde em sede de IRS, do aumento anual das taxas moderadoras e da revisão do regime de isenções, o relatório recomenda a extinção dos subsistemas públicos de saúde, com a ADSE à cabeça, ou pelo menos que deixem de ser financiados pelo Orçamento de Estado.»
Vale a pena ler o resto deste “O Relatório Secreto do SNS (Mais um)”, no blog “Fragmentos de Apocalipse”, que salta para a coluna da direita.


