«O primeiro-ministro preside hoje à sessão de apresentação do Plano Nacional de Acção do Ano Europeu de Oportunidades para Todos, em que uma das medidas a anunciar será a criação de assembleias municipais "Igualdade na Diversidade".
Além de José Sócrates, participam na cerimónia de lançamento do plano, que decorrerá no Centro de Congressos de Lisboa, os ministros da Presidência, Pedro Silva Pereira, e do Trabalho e da Solidariedade, Vieira da Silva. De acordo com o Governo, o Ano Europeu para a Igualdade de Oportunidades para Todos será "central" na presidência portuguesa da União Europeia e pretende sensibilizar os cidadãos para "uma sociedade mais justa e solidária".
O Governo refere como principais objectivos "a promoção da igualdade e da não discriminação, onde se ofereçam a todas as pessoas, independentemente do sexo, origem étnica, religião ou crença, deficiência, idade e orientação sexual, as mesmas oportunidades". Uma das acções do Plano Nacional de Acção é a criação de assembleias "Igualdade na Diversidade - Por uma Sociedade Justa", que visam "a promoção cívica dos objectivos do Ano Europeu no contexto institucional municipal". (…)»
Estas acções são tão bonitas e caem tão bem na opinião pública! Claro que não vem na peça, mas foi precisamente este Governo que retirou os benefícios fiscais aos deficientes portugueses em sede de IRS, será que é com fantochadas destas que se promove a igualdade de oportunidades para compensar essa perda de protecção social? Ainda há pouco, Em 2003, tivemos o Ano Europeu do Deficiente, repleto de iniciativas bonitas como esta. Já ninguém se lembra de nada, este tipo de acções não produz quaisquer resultados. Não é assim que se dá resposta às necessidades de inclusão destas populações. Não é assim que se promove o acesso ao emprego, uma das principais dificuldades que afectam os cidadãos portadores de deficiência. Aliás, em 2007, pela citada retirada de benefícios fiscais, a protecção social dada aos cidadãos deficientes está bem pior que então, iniciativas destas apenas servem para encher a comunicação social de notícias que façam passar a imagem contrária e pintem um Governo interessado nesta problemática. A sublinhá-lo, o facto de que para a elaboração do plano citado não foram ouvidas quaisquer associações de deficientes, como ouvi esta manhã numa entrevista do presidente da Associação Portuguesa de Deficientes ao noticiário das 8 da Antena 1.
Além de José Sócrates, participam na cerimónia de lançamento do plano, que decorrerá no Centro de Congressos de Lisboa, os ministros da Presidência, Pedro Silva Pereira, e do Trabalho e da Solidariedade, Vieira da Silva. De acordo com o Governo, o Ano Europeu para a Igualdade de Oportunidades para Todos será "central" na presidência portuguesa da União Europeia e pretende sensibilizar os cidadãos para "uma sociedade mais justa e solidária".
O Governo refere como principais objectivos "a promoção da igualdade e da não discriminação, onde se ofereçam a todas as pessoas, independentemente do sexo, origem étnica, religião ou crença, deficiência, idade e orientação sexual, as mesmas oportunidades". Uma das acções do Plano Nacional de Acção é a criação de assembleias "Igualdade na Diversidade - Por uma Sociedade Justa", que visam "a promoção cívica dos objectivos do Ano Europeu no contexto institucional municipal". (…)»
Estas acções são tão bonitas e caem tão bem na opinião pública! Claro que não vem na peça, mas foi precisamente este Governo que retirou os benefícios fiscais aos deficientes portugueses em sede de IRS, será que é com fantochadas destas que se promove a igualdade de oportunidades para compensar essa perda de protecção social? Ainda há pouco, Em 2003, tivemos o Ano Europeu do Deficiente, repleto de iniciativas bonitas como esta. Já ninguém se lembra de nada, este tipo de acções não produz quaisquer resultados. Não é assim que se dá resposta às necessidades de inclusão destas populações. Não é assim que se promove o acesso ao emprego, uma das principais dificuldades que afectam os cidadãos portadores de deficiência. Aliás, em 2007, pela citada retirada de benefícios fiscais, a protecção social dada aos cidadãos deficientes está bem pior que então, iniciativas destas apenas servem para encher a comunicação social de notícias que façam passar a imagem contrária e pintem um Governo interessado nesta problemática. A sublinhá-lo, o facto de que para a elaboração do plano citado não foram ouvidas quaisquer associações de deficientes, como ouvi esta manhã numa entrevista do presidente da Associação Portuguesa de Deficientes ao noticiário das 8 da Antena 1.
