1. A edição portuguesa do Le Monde Diplomatique reapareceu em finais do ano passado e, ao longo de todo este ano, graças a uma equipa de colunistas escolhida a dedo, brindou os seus leitores com artigos com uma profundidade analítica sem paralelo na restante imprensa nacional. Uma lufada de ar fresco que espero continue em 2008.
2. Quem leia o esquerda.net pode bem aperceber-se da vivacidade de um partido que a dita imprensa “independente” trata como morto ou inexistente e da cobertura que é dada em Portugal aos pequenos partidos. Independentemente de ser o jornal oficial do Bloco de Esquerda, Quem o leia descobre um país diferente do que aparece nos telejornais e apercebe-se também que a oposição e os projectos políticos alternativos se calhar até existem.
3. O publico.es apareceu este ano em Espanha. Ao lê-lo, lembro-me dos tempos em que em Portugal havia jornais diários que cumpriam a função de informar de uma forma pluralista e sem constrangimentos editoriais.
2. Quem leia o esquerda.net pode bem aperceber-se da vivacidade de um partido que a dita imprensa “independente” trata como morto ou inexistente e da cobertura que é dada em Portugal aos pequenos partidos. Independentemente de ser o jornal oficial do Bloco de Esquerda, Quem o leia descobre um país diferente do que aparece nos telejornais e apercebe-se também que a oposição e os projectos políticos alternativos se calhar até existem.
3. O publico.es apareceu este ano em Espanha. Ao lê-lo, lembro-me dos tempos em que em Portugal havia jornais diários que cumpriam a função de informar de uma forma pluralista e sem constrangimentos editoriais.

Sem comentários:
Enviar um comentário