«A Refer – empresa que explora a infra-estrutura ferroviária – desperdiçou cerca de 15 milhões de euros na modernização da linha do Norte, segundo uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas aos investimentos realizados naquela linha ao abrigo do PIDDAC.
A instituição liderada por Guilherme d’Oliveira Martins é categórica ao afirmar que “foram dispendidos mais 15 milhões de euros, sem que seja evidente a existência de uma correspondência entre este valor e uma melhoria efectiva das obras realizadas ou das condições em que as mesmas foram executadas”.»
Não vem no artigo uma referência clara às violações à Lei, constatadas pelo Tribunal de Contas, no processo de adjudicação. Houve obras que foram adjudicadas escolhendo propostas que não as de menor valor, sem que tal se justificasse com benefícios objectivos nas mesmas, a violação da Lei é clara.
É cada vez mais frequente este tipo de notícias, indicando-se uma Refer, como neste caso concreto, em vez de se nomear os gestores responsáveis pelas mesmas, antecipando-se uma morte solteira para a culpa. Nunca ninguém é responsabilizado. É muito mais fácil falar em produtividade, impor aumentos salariais abaixo da inflação e uma carga fiscal elevada que paguem tudo isto e propor, com discursos de rigor e apontando o dedo aos funcionários públicos, o “emagrecimento” do Estado. Em paralelo, engordam-se fortunas.
A instituição liderada por Guilherme d’Oliveira Martins é categórica ao afirmar que “foram dispendidos mais 15 milhões de euros, sem que seja evidente a existência de uma correspondência entre este valor e uma melhoria efectiva das obras realizadas ou das condições em que as mesmas foram executadas”.»
Não vem no artigo uma referência clara às violações à Lei, constatadas pelo Tribunal de Contas, no processo de adjudicação. Houve obras que foram adjudicadas escolhendo propostas que não as de menor valor, sem que tal se justificasse com benefícios objectivos nas mesmas, a violação da Lei é clara.
É cada vez mais frequente este tipo de notícias, indicando-se uma Refer, como neste caso concreto, em vez de se nomear os gestores responsáveis pelas mesmas, antecipando-se uma morte solteira para a culpa. Nunca ninguém é responsabilizado. É muito mais fácil falar em produtividade, impor aumentos salariais abaixo da inflação e uma carga fiscal elevada que paguem tudo isto e propor, com discursos de rigor e apontando o dedo aos funcionários públicos, o “emagrecimento” do Estado. Em paralelo, engordam-se fortunas.
