segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Publicidade

A campanha movida contra o sector público, que elege a redução de funcionários públicos como instrumento privilegiado para diminuir o défice, está a ter bons resultados? Acreditarão os portugueses que, caso o número de funcionários públicos se reduza, os serviços transferidos para o sector privado serão, se não melhores, pelo menos mais baratos? Uma amostragem aqui.

O Natal é quando uma mulher quiser

Este post vai para aquelas que, em tom nostálgico e suspirante, soltam "ai, se me vissem... naquele tempo eu fazia parar o trânsito!" Não, não enveredámos pela comercialização de cosméticos, muito menos somos fanáticos das dietas. Mas fica aqui um link que dá dicas de como fazer o tempo voltar para trás. Depois de o lerem, adeqúem a indumentária, enfeitem-se e vistam-se a rigor e... façam parar o trânsito. O Natal pode ser todos os dias, sempre e quando uma mulher quiser! (clique aqui) Temos fé que a gambiarra ainda há-de ser moda.

Um bom reforço

Então, se o sector privado for regido por critérios de eficiência e eficácia, caso a ex-ministra não defenda a privatização no sector da Saúde, estará a Espírito Santo Saúde distraída, pagando a alguém que não defende os seus interesses empresariais? Como não acreditamos em tais distracções, resta-nos endereçar os nossos parabéns ao grupo BES pela contratação da Presidente da Comissão Parlamentar da Saúde. Um bom reforço, sem dúvidas.