Este fala de gente séria. Gente que sabe o que é melhor para o país, com soluções que passam pelo “emagrecimento” do Estado, que luta contra privilégios inconcebíveis de cantoneiros bem pagos e contra os subsídio-dependentes da cultura. Gente que serve o país com honradez e se confronta com uma taxa de IRS de 40%, com reuniões quinzenais, pagas a 1625 Euros por reunião e com prémios de 95 mil pela excelência do seu trabalho. Finalmente, gente honesta a quem é dado um cartão de crédito que lhe confere 1250 Euros por mês e a quem nada é dito sobre a razoabilidade da sua utilização. A história vem aqui, mais uma, sobre um relatório sem consequências, que aqueles montantes já pertencem - e pertencerão para todo o sempre - aos seus pecúlios pessoais. Este, por lei, sublinhe-se, já é deles.
Setenta dias depois
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A 6 de Janeiro, com origem em Hong Kong, começaram a circular as primeiras
notícias no Ocidente sobre uma misteriosa pneumonia atípica que já havia
afect...
Há 4 horas
