Imaginem que Luís Filipe Vieira ou Pinto da Costa, ao promoverem uma reforma no Benfica ou no FCP diziam, uma frase do género “perdi os jogadores, mas ganhei os adeptos”. Imaginem o Papa, em situação análoga, com um “perdi os sacerdotes, mas ganhei os fiéis”, Belmiro de Azevedo “perdi os funcionários das caixas, mas ganhei os clientes” ou até Napoleão num “perdi os soldados, mas ganhei os franceses”. Que dizer? Em qualquer dos casos, pensaríamos logo que se teriam esquecido de tomar os comprimidos para o juízo, ou pior, que teriam endoidecido de vez e, como tal, haveria que imediatamente destitui-los das funções que desempenhassem. Isto, claro, excluindo a hipótese de serem inimputáveis ou interditos, em que a frase fosse dita numa fase em que já não estivessem em pleno gozo de todas as suas faculdades mentais e apenas suscitasse o sentimento de piedade cristã, que tal condição de tão visível insanidade sempre desperta.
Abandonando o futebol, a religião, a História e a economia e mudando de tema, a seguir reproduzimos uma frase da autoria de Maria de Lurdes Rodrigues, Ministra da Educação, no activo, cuja actuação tem merecido os mais rasgados elogios do nosso primeiro-ministro, José Sócrates, que os reiterou ontem na apresentação de mais uma obra, a versão definitiva do Estatuto da Carreira Docente. A emoldurar:
“Perdi o apoio dos professores, mas ganhei o dos portugueses” – Maria de Lurdes Rodrigues, Ministra da Educação, Portugal, 2006.
Abandonando o futebol, a religião, a História e a economia e mudando de tema, a seguir reproduzimos uma frase da autoria de Maria de Lurdes Rodrigues, Ministra da Educação, no activo, cuja actuação tem merecido os mais rasgados elogios do nosso primeiro-ministro, José Sócrates, que os reiterou ontem na apresentação de mais uma obra, a versão definitiva do Estatuto da Carreira Docente. A emoldurar:
“Perdi o apoio dos professores, mas ganhei o dos portugueses” – Maria de Lurdes Rodrigues, Ministra da Educação, Portugal, 2006.
