Em 1994, na África do Sul, punha-se termo a um regime condenado internacionalmente que, ao mesmo tempo que negava o direito de voto a 80% da população, completamente segregada e arredada do exercício dos direitos mais elementares, enchia as prisões com presos políticos. Uma vitória da democracia.
Em 2006, aplaude-se um regime considerado democrático, apesar de negar o direito de voto a 60% da sua população, que é segregada e privada do exercício dos direitos mais elementares. Neste regime democrático existem 10 mil presos políticos sem julgamento a cumprir prisão perpétua de facto e executa sumariamente centenas de oposicionistas, sem que este genocídio (*) pese na esmagadora maioria das consciências das opiniões públicas ocidentais. Falamos, obviamente, do estado de Israel. A democracia em pleno século XXI.
Em 2006, aplaude-se um regime considerado democrático, apesar de negar o direito de voto a 60% da sua população, que é segregada e privada do exercício dos direitos mais elementares. Neste regime democrático existem 10 mil presos políticos sem julgamento a cumprir prisão perpétua de facto e executa sumariamente centenas de oposicionistas, sem que este genocídio (*) pese na esmagadora maioria das consciências das opiniões públicas ocidentais. Falamos, obviamente, do estado de Israel. A democracia em pleno século XXI.
(*) Ver aqui.
