terça-feira, 23 de maio de 2006

Tempo dos Mais Velhos


"Es una injusticia!"
Um video do Calimero aqui e o site oficial aqui. Divirtam-se.
NOTA IMPORTANTE: Circulou uma canção por aí que insinuava um relacionamento íntimo do Calimero com a abelha Maia. Fontes oficiais desmentiram-no categoricamente. A foto foi escolhida especialmente para ilustrar o desmentido. Damos assim, mais uma vez, o nosso contributo para a reposição da verdade.

6 Meses de Burro


6 meses depois, 10.000 clicks e 175 posts depois do primeiro "Avança o Burro", continuamos por cá a zurrar aos peixes.

Prescrição à vista

A seguinte peça do Expresso Online dispensa grandes comentários. É, no entanto, um marco histórico que pode influenciar decisivamente o nome do processo “Apito com verdete”, o ex-apito dourado. Tudo boa gente!

“O magistrado do Ministério Público (MP) no caso Apito Dourado, Carlos Teixeira, pediu para sair do processo, o que levou a juíza designada a suspender todas as diligências, noticia esta terça-feira a imprensa.

O pedido de escusa apresentado pelo magistrado, que dirige o processo Apito Dourado desde o início em Abril de 2004, foi confirmada pela Procuradoria Distrital do Porto, refere o Correio da Manhã.

A decisão de Carlos Teixeira surge depois de um dos arguidos ter solicitado o seu afastamento do caso.

Na sequência deste pedido a juíza do Tribunal de Gondomar ordenou a suspensão de todas as diligências da fase de instrução que agora se iriam iniciar, com excepção dos «actos urgentes», escreve por sua vez o Jornal de Notícias.

O Ministério Público de Gondomar vai agora apreciar o pedido de escusa apresentado por Carlos Teixeira.

Caso seja nomeado um novo magistrado o tempo de paragem do processo será maior, dado que irá precisar de tempo para analisar os cerca de 60 volumes que compõem o processo, iniciado em Março de 2003.

Valentim Loureiro foi um dos arguidos no processo que contestou o magistrado, acusando-o de ter feito «acusações informais» na extracção de certidões para outros tribunais e alegando ser alvo de perseguição, escreve o Jornal de Notícias.

Este jornal adianta que sobre o magistrado Carlos Teixeira pendia já um processo disciplinar instaurado pela Procuradoria-Geral da República na sequência de vários incidentes.

Os incidentes são de desobediência a ordens hierárquicas, construção de um megaprocesso com factos ocorridos em outras comarcas e a alegada detenção ilegal do presidente do FC Porto, Pinto da Costa.” In Expresso