Vivemos numa sociedade que cultiva o individualismo, onde tão facilmente se aplaudem os que triunfam, como se excluem os que fracassam. As consequências sociais, a longo prazo, da não adopção de políticas de combate à exclusão e de redistribuição podem ser estas, mesmo num país de brandos costumes. Na lei da selva valem todas as armas, e não é a repressão nem a força que repõem as desejáveis normalidade e paz social: a repressão pode eventualmente resolver escaramuças, mas estas logo reaparecerão onde e quando menos se esperem, com intensidade crescente.
Desejável será, então, a promoção de políticas que evitem chegar a um estado extremo de degradação social onde o recurso à força seja o único meio possível.
Avalie-se cada uma, em custos e em eficiência, incluir ou reprimir. E enquanto a solidariedade é um investimento, o recurso à força é um custo, económico e social.
Desejável será, então, a promoção de políticas que evitem chegar a um estado extremo de degradação social onde o recurso à força seja o único meio possível.
Avalie-se cada uma, em custos e em eficiência, incluir ou reprimir. E enquanto a solidariedade é um investimento, o recurso à força é um custo, económico e social.
