domingo, 16 de abril de 2006

Vida dura (1)


Como podemos ver, vida dura, a de coelhinho de páscoa. Sem ninguém que os ajude, neste mundo cruel.

Vida dura (2)

Confesso que também não sabia que St. Helier (Ilha de Jersey) é uma das apostas estratégicas da diplomacia portuguesa, tal como o são Waterbury (EUA), Leon, Orense e Badajoz (Espanha), Curaçau (Curaçau), Mindelo (Cabo Verde) ou Mbabane (Malawi). Avaliando pelo que se gasta com os cônsules honorários dos locais mencionados, é uma das conclusões possíveis. A outra, a do costume: ser um absurdo.

O ministro dos Negócios Estrangeiros atribuiu, em 2005, um subsídio de 2,58 milhões de euros a 61 cônsules honorários dispersos pela Europa, África, América do Norte e Latina e Oceânia. A esses homens de negócios que representam e servem de ponte entre Portugal e o seu país de origem em assuntos económicos, Freitas do Amaral concedeu uma verba que é 41 por cento superior ao total de 1,83 milhões de euros atribuído pelos seus antecessores, Martins da Cruz, Teresa Patrício Gouveia e António Monteiro, nos três anos anteriores.” (clicar para ler artigo completo)

Como podemos todos ver, é uma vida dura, a de Cônsul honorário! Felizmente temos um Ministro dos Negócios Estrangeiros atento, que não os deixa sós e abandonados à sua sorte neste mundo cruel.